| TRABALHO |
| Novas linguagens e abordagens para a geografia de Milton Santos: experiência do Blog onegronobrasil1980.blogspot.com |
| Globalização uma discusão atual |
| Observando a sociedade desde o espaço cibernético: imaginários da capoeira angola. |
| As parafernálias tecnológicas no dia-a-dia das pessoas |
| Perfil consumidor das mídias pós-massivas nas classes D e E. |
| TERRITORIALIZAR AS POLITICAS CULTURAIS: O OBJETIVO ESTRUTURANTE DO GOVERNO WAGNER |
| CORPO ESPORTE E EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: UM OLHAR FENOMENOLÓGICO SOBRE AS REALIDADES E POSSIBILIDADES DE UMA EDUCAÇÃO TRANSFORMADORA |
| REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DOS PROFESSORES SOBRE CONTEÚDO/CONHECIMENTO DOS JOGOS E DAS BRINCADEIRAS UTILIZANDO AS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL |
| ARTE ENTRE TRADIÇÃO E CONTEMPORANEIDADE |
| VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE CULTURAL ATRAVÉS DA RELAÇÃO ENTRE LÍNGUA, CULTURA E SOCIEDADE |
| O FOLGUEDO DO LINDROAMOR AXÉ COMO ATRATIVO CULTURAL DE SÃO FRANCISCO DO CONDE |
| Reciclagem, Sustentabilidade e Economia Solidária na Comunidade de Portão |
| A revanche da cultura popular sobre a cultura de massa: O caso "Silvano Sales" |
| Comércio informal na área de atividades dinâmicas do centro urbano de Ceilândia, Distrito Federal |
| Documentário Ambulantes no Carnaval |
| Economia Solidaria: uma alternativa |
| CONSUMO, TERRITÓRIO E GLOBALIZAÇÃO: UM OLHAR SOBRE O PENSAMENTO DE MILTON SANTOS |
| Efeitos da convergência tecnológica nos espaçoos geográficos contemporâneos |
| O espaço da praça Dorival Caymmi: uma investigação propositiva no bairro de Itapuã |
| Notas sobre a contribuição teórica de Milton Santos para estudar a cidade incompleta |
| Notas para análise da luta por habitação: as mulheres sem teto e as políticas públicas |
| Entre a mobilidade e o isolamento |
| Por Um Mapeamento Epistêmico e Ontológico da Geografia de Milton Santos |
2 de junho de 2011
Trabalhos inscritos para os GTs na tarde do dia 7 na Facom
GTs por tema e autores dos trabalhos
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Reitoria convoca para Colóquio

Universidade Federal da Bahia
A Reitora da Universidade Federal da Bahia, Professora Dora Leal Rosa e o Diretor da Faculdade de Comunicação, Professor Giovandro Marcus Ferreira, convidam para a Cerimônia de Abertura do Colóquio Milton Santos, com apresentação do Madrigal da UFBA.
O evento, organizado pelo Grupo de Pesquisa Permanecer Milton Santos do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade, registra os 10 anos de morte do Professor e Geógrafo Milton Santos.
Data: 06 de junho de 2011, segunda-feira
Horário: 18:30h
Local: Salão Nobre da Reitoria da UFBA
9 de maio de 2011
Colóquio Milton Santos .3 INSCRIÇÕES PRORROGADAS!
AS INSCRIÇÕES
FORAM PRORROGADAS ATÉ
25 de maio de 2011
Participe!
Envie a sua proposta de trabalho (com até 16 mil caracteres, com espaço) com nome completo, instituição, formação escolar e os motivos pelos quais deseja participar para o email: mestremiltongrupo@gmail.com
Indique um dos grupos de trabalho listados abaixo para enquadrar a sua proposta.
Grupos de Trabalho:
1. Políticas públicas orientadas à Cultura;
2. Transformações do espaço geográfico;
3. Novas tecnologias e sociabilidade;
4. Sou camelô, sou do mercado informal.
Após a realização dos debates, os participantes terão um novo prazo para conclusão dos seus artigos.
Seqüência: Dia 07 de junho, auditório do Instituto Anísio Teixeira - IAT (manhã) e auditório da Faculdade de Comunicação - Facom/UFBA (tarde).
Para participar como ouvinte envie mensagem até o dia 30 de maio de 2011, com nome completo, instituição, formação escolar e os motivos pelos quais deseja participar, para o email: mestremiltongrupo@gmail.com.
Marcadores:
coloquio,
cultura,
globalização,
mercado,
milton santos
31 de março de 2011
Colóquio Milton Santos .3
Participe!
AS INSCRIÇÕES ESTÃO ABERTAS ATÉ O DIA
05 de maio de 2011
Abertura na Reitoria da UFBA, dia 06 de junho, às 19h.
Seqüência: dia 07 de junho, no auditório do Instituto Anísio Teixeira - IAT (manhã) e no auditório da Faculdade de Comunicação - Facom/UFBA (tarde).
Envie a sua proposta de trabalho (com até 16 mil caracteres, com espaço) com nome completo, instituição, formação escolar e os motivos pelos quais deseja participar para o email: mestremiltongrupo@gmail.com
Indique um dos grupos de trabalho listados abaixo para enquadrar a sua proposta.
Grupos de Trabalho:
1. Políticas públicas orientadas à Cultura;
2. Transformações do espaço geográfico;
3. Novas tecnologias e sociabilidade;
4. Sou camelô, sou do mercado informal.
Após a realização dos debates, os participantes terão um novo prazo para conclusão dos seus artigos.
Para participar como ouvinte envie mensagem até o dia 05 de maio de 2011, para o email: mestremiltongrupo@gmail.com com nome completo, instituição, formação escolar e os motivos pelos quais deseja participar.
SERVIÇO:
O quê: Colóquio Milton Santos;
Quando: 06 e 07 de junho de 2011;
Onde: Reitoria da Ufba (abertura), auditório do Instituto Anísio Teixeira (mesa de debates) e auditório da Faculdade de Comunicação da Ufba (grupos de trabalho).
Marcadores:
coloquio,
cultura,
global,
mercado,
milton santos
24 de fevereiro de 2011
Milton Santos e a Casa de seus Pais
Situada na Rua Estrada da Rainha no Bairro da Baixa de Quintas em Salvador, encontra-se hoje a Escola Santa Teresinha, desativada no momento, porém o que muitos não sabem é que aquela escola é uma antiga casa onde viveu a família do intelectual Milton Santos.
Vindos de Alcobaça, interior baiano onde Milton passou sua infância, a família escolheu Salvador para se instalar. Na casa vivia os pais Irineu e Maria; os irmãos Nailton, Ieda e Milton e uma agregada, considerada como mãe de criação dos meninos, Tina. Os pais de Milton como bons professores que eram, resolveram transformar parte de sua espaçosa casa em uma escola de primário. E foi nesse ambiente que os três irmãos passaram sua adolescência, até cada um seguirem seu próprio caminho.
Após ter construído sua família e sua carreira Milton nunca se desvinculou do lar que passou grande parte de sua vida, sempre que podia reunia família e amigos para o típico almoço dominical.
Hoje a casa não se encontra em boas estruturas físicas, porém abriga volumosas obras do intelectual, que se encontra em um processo de catalogação, e objetos pessoais da família. E nesta mesma casa ainda vive sua irmã, Ieda, a única sobrevivente dentre os entes citados acima.
Postado por: Milena dos Anjos
10 de novembro de 2010
COLÓQUIO MILTON SANTOS .3
O novo prazo para as inscrições é 05 de maio de 2011.
Participe!
O evento será realizado entre os dias 06 e 07 de junho de 2011.
Abertura na Reitoria da UFBA, dia 06 de junho, às 19h.
Seqüência: dia 07 de junho no auditório do Instituto Anísio Teixeira - IAT (manhã) e no auditório da Faculdade de Comunicação - Facom/UFBA (tarde).
Grupos de Trabalho:
1. Políticas públicas orientadas à Cultura;
2. Transformações do espaço geográfico;
3. Novas tecnologias e sociabilidade;
4. Sou camelô, sou do mercado informal.
Envie o seu trabalho (com até 16 mil caracteres com espaço) com nome completo, instituição, formação escolar e os motivos pelos quais deseja participar para o e-mail: mestremiltongrupo@gmail.com
Para participar como ouvinte envie mensagem até o dia 05 de maio de 2011 ao email: mestremiltongrupo@gmail.com, com nome completo, instituição, formação escolar e os motivos pelos quais deseja participar.
7 de novembro de 2010
À primeira vista
No primeiro vestibular que fiz, vi pela primeira vez o rosto daquele que me chamou atenção pelo seu sorriso e que hoje faz os meus dias ficarem mais interessantes a cada novidade que descubro, de sua vida e obra.
Milton Santos não foi apenas um intelectual, antes um homem de muita fibra e personalidade, que fez de seus dias uma intensa pesquisa de sobrevivência, aprendizado, troca e interação com os demais.
Fazer parte de uma pesquisa sobre ele é para mim, um presente pessoal e acadêmico, tanto por que o admiro desde a minha adolescência, como pela grandeza de seu conhecimento da humanidade e mundo. Ler nas cartas e documentos a sua atenção para com todos que a ele recorriam é de se questionar se hoje, nos dias correntes, há de existir uma pessoa assim.
Essa resposta não tenho, mas uma certeza pude comprovar, que intelectual é aquele que faz de seu conhecimento uma extensão para o aprendizado de outros.
Por: Jordana Feitosa!
Bolsista/pesquisadora do grupo Permanecer Milton Santos.
25 de outubro de 2010
COLÓQUIO MILTON SANTOS .3
O novo prazo para as inscrições é 05 de maio de 2011.
Participe!
O evento será realizado entre os dias 06 e 07 de junho de 2011.
Abertura na Reitoria da UFBA, dia 06 de junho, às 19h.
Seqüência: dia 07 de junho no auditório do Instituto Anísio Teixeira - IAT (manhã) e no auditório da Faculdade de Comunicação - Facom/UFBA (tarde).
Grupos de Trabalho:
1. Políticas públicas orientadas à Cultura;
2. Transformações do espaço geográfico;
3. Novas tecnologias e sociabilidade;
4. Sou camelô, sou do mercado informal.
Envie o seu trabalho (com até 16 mil caracteres com espaço) com nome completo, instituição, formação escolar e os motivos pelos quais deseja participar para o e-mail: mestremiltongrupo@gmail.com
Grupos de Trabalho:
1. Políticas públicas orientadas à Cultura;
2. Transformações do espaço geográfico;
3. Novas tecnologias e sociabilidade;
4. Sou camelô, sou do mercado informal.
Envie o seu trabalho (com até 16 mil caracteres com espaço) com nome completo, instituição, formação escolar e os motivos pelos quais deseja participar para o e-mail: mestremiltongrupo@gmail.com
Para participar como ouvinte envie mensagem até o dia 05 de maio de 2011 ao email: mestremiltongrupo@gmail.com, com nome completo, instituição, formação escolar e os motivos pelos quais deseja participar.
Marcadores:
coloquio,
cultura,
global,
mercado,
milton santos
24 de outubro de 2010
Globalização X cultura local: dilema?
Esse texto suscita um debate atual sobre a questão da diversidade cultural. É um embate travado principalmente entre os EUAs, que prega o livre comércio dos produtos e bens culturais, e a França, que tende a adotar ações mais preservacionistas com relação a cultura local. Nesse sentido, um marco normativo em defesa do respeito a diversidade cultural e que teve influência da articulação política brasileira é a Convenção sobre a proteção e a promoção da Diversidade das Expressões Culturais.
Vale a pena acompanhar o texto!
Globalização X cultura local: dilema?
Um dos principais argumentos dos que advogam contra a globalização é que este fenômeno coloca em xeque a cultura local. Claro que há lógica econômica nesse argumento. Afinal, grande parte da difusão cultural hoje se dá por meio das mais diversas formas de mídia. Portanto, quanto maior a capacidade de reprodução em massa, maior a diluição do custo fixo e mais competitivos se tornam os países grandes produtores.
Com isso em mente, e com a hipótese razoável de que as pessoas gostam de variedade cultural, a política de taxação de produtos culturais estrangeiros, ou a imposição de quotas para a veiculação de mídia de fora tem potencial para melhorar o bem estar da sociedade. Ocorre que um recente estudo sobre o mercado mundial de música mostra que a cultura local não perdeu espaço nos últimos 50 anos de globalização. Vejamos mais detalhes.
Este mês dois professores da Escola de Negócios de Wharton, Ferreira e Waldfogel, publicaram estudo que compilou dados sobre a posição de músicas nas paradas de sucesso de 22 países, inclusive o Brasil, nos últimos 50 anos. A partir desses dados, os professores tentam responder a uma série de perguntas, dentre elas se a globalização deslocou a produção de música local, o quanto a distância entre países tanto em termos geográficos como em termos lingüísticos afeta o comércio cultural, se as novas tecnologias, como a internet e os canais de televisão especializados em música, tiverem impacto sobre o padrão de consumo de músicas. E, por fim, se a política de quotas de tempo de rádio para cultura local, implementada por países como França, Canadá, Nova Zelândia e Austrália, tem impactos sobre o consumo de músicas.
Respondendo de trás para frente, os dados mostram com clareza que quotas para músicas locais nas rádios aumentam a preferência por produção doméstica – a política é bastante efetiva. A distância geográfica é bem relevante para a importação de música, assim como ocorre no comércio de bens, apesar de os custos de transação serem muito pequenos nesse caso. A idéia é que a distância geográfica não tem impacto significativo na oferta (custo) do bem, mas maior distância implica menor contato com a cultura e, portanto, menos preferência por ela. A lógica para a proximidade lingüística é a mesma, como os dados comprovam.
Tudo isso é interessante, mas ao meu ver o principal valor do estudo é a descoberta de que, após 50 anos de globalização, o consumo de música local continua na faixa dos 70% na média de todos os países da amostra. No Brasil, esse número era de 60% na década de 60 e continua em torno do mesmo patamar.
Ocorre que a situação de hoje, comparada com a década de 60, não caracteriza, a dinâmica que teve a questão. Na verdade, a parcela de música local caiu na média em todo mundo para menos de 50% até meados dos anos80. A tendência só começou a se reverter com a criação das MTVs locais, já que essas canais passaram a levar a produção cultural doméstica para a sala de tv das pessoas.
Antes disso havia apenas uma MTV, que ampliou em muito a difusão da música produzida na Grã-Bretanha, mais até do que a música americana.
Outra inovação tecnológica que contribuiu para reverter o processo foi a internet. A distribuição de músicas na rede mundial diminuiu o custo de divulgação de músicas pelos artistas locais. É isso mesmo, como mostram Gaspar e Glaeser (1998), a internet é um complemento à aglomeração física. A rede não encurta apenas longas distâncias, mas também reduz ainda mais as distâncias pequenas.
Enfim, o estudo é uma resposta elegante à preocupação que o ex-presidente francês François Miterrand externou na Rodada Uruguai, em 1993, quando se discutia a liberalização do comércio mundial. Naquela ocasião ele dizia: “ Se o espírito da Europa não é mais ameaçado pelas máquinas totalitárias (...), é ameaçado por seus novos senhores – mercantilismo, poder do dinheiro e da tecnologia. (...) O que está em questão é o direito de cada pessoa a sua própria cultura (...)”. Na verdade, ao que parece, as novas tecnologias estão revertendo o processo de concentração da produção cultural criado após o fim da 2ª Guerra Mundial.
Com isso em mente, e com a hipótese razoável de que as pessoas gostam de variedade cultural, a política de taxação de produtos culturais estrangeiros, ou a imposição de quotas para a veiculação de mídia de fora tem potencial para melhorar o bem estar da sociedade. Ocorre que um recente estudo sobre o mercado mundial de música mostra que a cultura local não perdeu espaço nos últimos 50 anos de globalização. Vejamos mais detalhes.
Este mês dois professores da Escola de Negócios de Wharton, Ferreira e Waldfogel, publicaram estudo que compilou dados sobre a posição de músicas nas paradas de sucesso de 22 países, inclusive o Brasil, nos últimos 50 anos. A partir desses dados, os professores tentam responder a uma série de perguntas, dentre elas se a globalização deslocou a produção de música local, o quanto a distância entre países tanto em termos geográficos como em termos lingüísticos afeta o comércio cultural, se as novas tecnologias, como a internet e os canais de televisão especializados em música, tiverem impacto sobre o padrão de consumo de músicas. E, por fim, se a política de quotas de tempo de rádio para cultura local, implementada por países como França, Canadá, Nova Zelândia e Austrália, tem impactos sobre o consumo de músicas.
Respondendo de trás para frente, os dados mostram com clareza que quotas para músicas locais nas rádios aumentam a preferência por produção doméstica – a política é bastante efetiva. A distância geográfica é bem relevante para a importação de música, assim como ocorre no comércio de bens, apesar de os custos de transação serem muito pequenos nesse caso. A idéia é que a distância geográfica não tem impacto significativo na oferta (custo) do bem, mas maior distância implica menor contato com a cultura e, portanto, menos preferência por ela. A lógica para a proximidade lingüística é a mesma, como os dados comprovam.
Tudo isso é interessante, mas ao meu ver o principal valor do estudo é a descoberta de que, após 50 anos de globalização, o consumo de música local continua na faixa dos 70% na média de todos os países da amostra. No Brasil, esse número era de 60% na década de 60 e continua em torno do mesmo patamar.
Ocorre que a situação de hoje, comparada com a década de 60, não caracteriza, a dinâmica que teve a questão. Na verdade, a parcela de música local caiu na média em todo mundo para menos de 50% até meados dos anos
Antes disso havia apenas uma MTV, que ampliou em muito a difusão da música produzida na Grã-Bretanha, mais até do que a música americana.
Outra inovação tecnológica que contribuiu para reverter o processo foi a internet. A distribuição de músicas na rede mundial diminuiu o custo de divulgação de músicas pelos artistas locais. É isso mesmo, como mostram Gaspar e Glaeser (1998), a internet é um complemento à aglomeração física. A rede não encurta apenas longas distâncias, mas também reduz ainda mais as distâncias pequenas.
Enfim, o estudo é uma resposta elegante à preocupação que o ex-presidente francês François Miterrand externou na Rodada Uruguai, em 1993, quando se discutia a liberalização do comércio mundial. Naquela ocasião ele dizia: “ Se o espírito da Europa não é mais ameaçado pelas máquinas totalitárias (...), é ameaçado por seus novos senhores – mercantilismo, poder do dinheiro e da tecnologia. (...) O que está em questão é o direito de cada pessoa a sua própria cultura (...)”. Na verdade, ao que parece, as novas tecnologias estão revertendo o processo de concentração da produção cultural criado após o fim da 2ª Guerra Mundial.
Igor Barenboim Ph.D. em economia por Harvard e Subsecretário de Administração do Rio de Janeiro
Referência: http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/selecao-diaria-de-noticias/midias-nacionais/brasil/jornal-do-brasil/2010/05/23/globalizacao-x-cultura-local-dilema
Postado por Loran Santos
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